Ilha africana “memória da escravidão” conta com turismo para ter renda

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Ilha africana “memória da escravidão” conta com turismo para ter renda

Ainda no Porto de Dacar, capital do Senegal, na costa ocidental da África, a senegalesa Fama Sylla aborda visitantes que estão na fila para comprar o tíquete que garante uma vaga na balsa que os transporta até a Ilha de Gorée, em um trajeto de menos de meia hora.

“Que tal visitar o meu box de vendas lá? Tenho bijuterias e muitos itens típicos”, convida ela.

Notícias relacionadas:Por mais turismo e comércio, Brasil quer voo mais curto para o Senegal.Ao lado do Brasil, Senegal persegue protagonismo no Sul Global.Líderes africanos pedem soberania e integração para superar terrorismo.A Ilha de Gorée fica a cerca de 3 quilômetros do porto. O lugar é o ponto mais visitado por turistas em todo o Senegal. Gorée tem uma área de 17 hectares, isso equivale a menos de 25 campos de futebol. Desde 1978, é declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O título é uma das explicações para Gorée ser epicentro do turismo em Senegal. A ilha ostenta uma carga histórica que a permite ser memória viva do período da escravidão de negros africanos.

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Estudantes visitam a Ilha de Gorée –

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