Suspeito de matar garota asfixiada é preso, confessa crime e alega discussão após uso de droga; vídeo

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Suspeito de matar garota asfixiada é preso, confessa crime e alega discussão após uso de droga; vídeo

Conteúdo/ODOC – Um homem de 20 anos foi preso nesta sexta-feira (10) suspeito de matar uma jovem de 24 anos dentro de uma casa no bairro Jardim Primaveras, em Sinop (a 480 km de Cuiabá). A vítima foi identificada como Raissa Pereira da Silva.

O suspeito, Rafael Pendloski Torres Galvão, era procurado desde a tarde de quinta-feira (9), quando deixou o imóvel logo após o crime. Ele foi localizado após diligências conduzidas pela equipe de inteligência da Força Tática.

Após a prisão, Rafael afirmou que não teve intenção de matar a jovem e atribuiu o crime ao uso de drogas e a uma discussão entre os dois. “Não foi na intenção de matar, senhor. Foi uma discussão muito feia. Nós dois estávamos loucos, bebendo. Usamos pó, bala, MD. Acho que foi a droga, muita coisa na cabeça”, declarou.

Segundo as investigações iniciais, o suspeito esteve na residência da vítima nas primeiras horas da manhã. Algum tempo depois, saiu sozinho do local, o que levantou suspeitas diante da ausência de contato de Raissa ao longo do dia. Familiares passaram a buscar informações, até que imagens de segurança ajudaram a identificar a movimentação na casa.

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Equipes policiais foram acionadas e, ao chegarem ao imóvel, encontraram a jovem já sem vida. A perícia apontou indícios de morte por asfixia, e uma toalha foi encontrada envolta no pescoço da vítima, possivelmente utilizada no crime.

Durante as buscas, os policiais apreenderam roupas que teriam sido usadas pelo suspeito no momento do crime, localizadas na casa da mãe dele. Apesar disso, ele não foi encontrado naquele momento.

Ainda em depoimento, Rafael relatou que estava há dias sob efeito de entorpecentes. “Já estava virado, usando há dois dias. Quando eu vi aquilo, nem parecia cair na minha cabeça”, disse.

O caso segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, que continua reunindo provas para esclarecer as circunstâncias do crime. A tipificação penal ainda será definida ao final do inquérito.

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